quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


Desejo o calor, desejo uma traição, desejo me sentir viva;
Desejo a apatia, desejo a simpatia, desejo a cobiça;
Desejo a avareza, desejo a soberba, desejo o amor;
Desejo a humanidade, desejo solidariedade, desejo simpatia;
Desejo o desprezo, desejo a magnitude, desejo as palavras;
Desejo a sobriedade desejo a felicidade, desejo tudo que se possa desejar e experimentar;
Mas meu principal desejo e me sentir viva.











Não leve a mal este poema, afinal, todos os humanos
já passaram ou passarão por isso
e quem nunca sentiu nada disso jogue a primeira pedra.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010



Mantenho minha opinião cerrada em diversos aspectos de minha vida, minhas palavras poder ser tão sutis quanto uma lâmina que perfura a pele ou tão densa quanto uma pluma, mantenho minha vida numa dicotomia constante, mantendo sempre um belo agridoce no meu cotidiano, talvez não tenha sido explícita, e nem desejava ser, afinal o mais interessante é contado em parábolas para poder se desventurar em descobri-la.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Do mel ao fel



Ela começou como vinho
Tão densa, tenra, aprumada
Esperava que tal como vinho envelhecesse e adquirisse mais sabor
Encorpando, possuindo mais textura e densidade

Engana-te,

Ela era apenas o vinho novo, porém estava eternamente em contato com o ar
Apodreceu e em seu sabor, apenas lhe restava o amargo sabor igualando o fel


Porém, ela ainda veste a capa de um vinho, ela apenas parece, mas não é.

É verdade que podemos sentir?
Sinto que não sentimos nada,
passamos cada vez mais tempos desapercebidos, frívolos, omissos a um mundo tão sem vida
sendo verdade ou mentira, é apenas um indesejoso ponto de vista de uma pessoa inquieta sem muito a falar ou fazer
Onde está o calor, ternura e amor
Muitos esqueceram assim que receberam de volta da vida apenas desilusão, desgraça, desapego e ingratidão

segunda-feira, 1 de novembro de 2010


Ele não precisou de muitas coisas, em seus finos lábios me envolveu, em seu rosto muito bem desenhado me encantou, seus traços rudes e antigos mostrando sua experiência me deixaram abobada, seu jeito descontraído simplismente me alucinou

Apenas você fez isso
Mike Ryan Pritchard




Apenas o texto bobo de uma fã
em seu amor platônico

sexta-feira, 8 de outubro de 2010




É tão dolorido ver seus sorrisos remontados ao lado de outra pessoa

É tão dolorido escutar suas palavras suaves lhe dando uma falsa predileção e esperança

É tão dolorido, remoer sentimentos tão banais dentro de mim

É tão dolorido te observar sorrateiramente de longe

Apenas o mais dolorido é saber que jamais ao meu lado estará.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Plume pen






A
penas passamos um parágrafo do tempo, ainda tenho outra parte de meu monólogo para seguir.